PRETENSÃO

Ampliar os horizontes da inclusão é a pretensão deste blog. E inclusão não apenas entendida como movimento de pessoas com deficiência, senão também abordar a ecologia, os movimentos de luta por direitos e cidadania, etc. Falar de inclusão, portanto, significa acolher o meio e todas as pessoas. Significa também respeitar e tolerar a singularidade, fazendo da compreensão uma forma de convivência pacífica e plural. Na inclusão ninguém pode ficar de fora!

sábado, 20 de fevereiro de 2021

CONSELHOS PARA UMA VIDA FELIZ





CONSELHOS DO PAPA FRANCISCO PARA UMA VIDA FELIZ

O Papa Francisco concedeu uma entrevista à revista argentina Viva, e entre as respostas deixou aos leitores alguns conselhos para uma vida feliz.
Os “10 conselhos do Papa” foram publicados,  em espanhol,  no último domingo, 27 de Julho de 2014.

1) Viver e deixar viver, primeiro passo para a felicidade

“Aqui os romanos têm um ditado e podemos levá-lo em consideração para explicar a fórmula que diz: ‘Vá em frente e deixe as pessoas irem junto’.” Viva e deixe viver é o primeiro passo da paz e da felicidade.

2) Doar-se aos outros para não deixar o coração dormindo

“Se alguém fica estagnado, corre o risco de ser egoísta. E água parada é a primeira a ser corrompida.”

3) Mover-se com humildade, com benevolência entre as pessoas e as situações

O Papa usa o termo “remansadamente”, de um clássico da literatura argentina. “No [romance] ‘Dom Segundo Sombra’ há uma coisa muito linda, de alguém que relê a sua vida. Diz que em jovem era uma corrente rochosa que levava tudo à frente; quando adulto, era um rio que andava para frente; na velhice, sentia-se em movimento, mas remansado. Eu utilizaria essa imagem do poeta e romancista Ricardo Guiraldes, este último adjetivo, remansado. A capacidade de se mover com benevolência e humildade, o remanso da vida. Os anciãos têm essa sabedoria, são a memória de um povo. E um povo que não se importa com os mais velhos não tem futuro.”

4) Preservar o tempo livre como uma sadia cultura do ócio

“O consumismo levou-nos a essa ansiedade de perder a sã cultura do ócio, desfrutar a leitura, a arte e as brincadeiras com as crianças. Agora confesso pouco, mas, em Buenos Aires, confessava muito e quando via uma mãe jovem perguntava: Quantos filhos tens? Brincas com os teus filhos? E era uma pergunta que não se esperava, mas eu dizia que brincar com as crianças é a chave, é uma cultura sã. É difícil, os pais vão trabalhar e voltam às vezes quando os filhos já dormem. É difícil, mas há que fazê-lo”.

5) O domingo é para a família

“Um outro dia, em Campobasso (Itália), fui a uma reunião entre o mundo universitário e mundo trabalhador, todos reclamavam que o domingo não era para trabalhar. O domingo é para a família”.

6) Ajudar, de forma criativa, os jovens a conseguirem um emprego digno

“Temos de ser criativos com este desafio. Se faltam oportunidades, caem na droga. E é muito elevado o índice de suicídios entre os jovens sem trabalho. Outro dia li, mas não me fio, porque não é um dado científico, que havia 75 milhões de jovens com menos 25 anos desempregados. Não basta lhes dar de comer, há que inventar cursos de um ano de canalizador, eletricista, costureiro. A dignidade de levar o pão para casa”.

7) Cuidar da natureza, amar a criação

“Há que cuidar da criação e não estamos fazendo isso. É um dos maiores desafios que temos.”

8) Esquecer-se rapidamente do negativo que afeta a vida

“A necessidade de falar mal de alguém indica uma baixa autoestima. É como dizer: sinto-me tão em baixo que, em vez de subir, rebaixo o outro. Esquecer-se rapidamente do negativo é muito mais saudável”.

9) Respeitar o pensamento dos outros

“Podemos inquietar o outro com o testemunho para que ambos progridam com essa comunicação, mas a pior coisa que se pode fazer é o proselitismo religioso, que paralisa: ‘Eu converso contigo para te convencer’. Não. Cada um dialoga sobre a sua identidade. A Igreja cresce por atração, não por proselitismo”.

10) Buscar a paz é um compromisso

“Vivemos uma época de muitas guerras. Na África, parecem guerras tribais, mas são algo mais. A guerra destrói. E o clamor pela paz é preciso ser gritado. A paz, às vezes, dá a ideia de quietude, mas nunca é quietude, é sempre uma paz ativa”.


Postagem de 22/08/2014


Pela Inclusão e pela Vida






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